Problemas de ejaculação: Rápido demais, lento demais ou nada?

Para os homens, a disfunção erétil e os problemas ejaculatórios são as dificuldades sexuais mais comuns. Com a introdução do Viagra, no entanto, problemas de disfunção erétil são muito menos freqüentes e mais facilmente tratados. Em contraste, problemas ejaculatórios continuam a ser comuns entre os homens e muitas vezes criam sentimentos de vergonha e constrangimento para aqueles homens que lutam com essa dificuldade.

Quando um problema de ejaculação se torna um distúrbio? Esta é uma questão subjetiva e baseia-se no nível de sofrimento que é experimentado pelo homem ou seu parceiro. O tempo desde o início da atividade sexual até a ejaculação varia de um indivíduo para outro. Este período de tempo é chamado de latência ejaculatória. O que pode ser um problema para um homem pode ser aceitável para outro. Normalmente, os distúrbios ejaculatórios se enquadram em duas categorias. São elas: ejaculação retardada e ejaculação precoce. Esta coluna irá explorar alguns dos fatores psicológicos e opções de tratamento relacionadas a essas duas disfunções masculinas distintas.

Na grande maioria dos casos, a abordagem terapêutica mais eficaz para a disfunção ejaculatória é uma combinação de terapia biológica e psicológica. Desta forma, os aspectos emocionais e físicos do problema podem ser abordados. Do ponto de vista emocional, é importante entender a história e o histórico do indivíduo. Questões como depressão, ansiedade, experiências sexuais passadas, traumas psicológicos e histórico de relacionamentos são considerações importantes que precisam ser discutidas no início da avaliação.

Independentemente das questões psicológicas, uma boa investigação médica ou urológica é sempre incentivada antes de iniciar um programa de tratamento comportamental. Dessa maneira, qualquer consideração médica que contribua para o problema pode ser entendida desde o início. Do ponto de vista médico, a disfunção ejaculatória é freqüentemente considerada um problema relacionado aos nervos. Em tais casos, a sensibilidade peniana pode ser avaliada usando vários instrumentos que produzem vibração. Além disso, é obtida uma história médica com atenção especial a qualquer lesão neurológica prévia ou trauma ao pênis. Outras disfunções sexuais, como baixo desejo e disfunção erétil, também podem acompanhar o problema ejaculatório e precisam ser abordadas.

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